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Como deve uma sociedade democrática governar a inteligência artificial?
A inteligência artificial deixou de ser apenas uma questão tecnológica. Está já a transformar a economia, o trabalho, a educação, a produção e circulação do conhecimento, a cultura, a informação e as próprias condições de participação no espaço público.
A primeira sessão do ciclo SEDES-Mateus - Diálogos sobre Cultura e Sociedade parte de dois livros recentemente publicados pela Fundação Francisco Manuel dos Santos — «Inteligência Artificial Generativa», de Arlindo Oliveira, e «Economia, Inovação e Inteligência Artificial», de Óscar Afonso e Nuno Torres — para colocar em diálogo diferentes perspetivas sobre uma das transformações mais rápidas e profundas do nosso tempo.
Com Arlindo Oliveira e Óscar Afonso, numa conversa que se alarga a João Barroso, Reitor da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Miguel R. Trigo e Pedro Magalhães, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.
Moderação de António M. Cunha.
Abertura de Teresa Albuquerque e António Fontainhas Fernandes.
Em 1977, a Fundação da Casa de Mateus iniciou o ciclo “Cultura em Diálogo”, nesse contexto, Vasco Graça Moura definia a cultura como um «exercício de consciência crítica no contacto com a realidade». Quase cinquenta anos depois, poucas realidades exigem tanto esse exercício como a inteligência artificial.
03 OUT | SÁBADO
15h00
MATEUS-SEDES | DIÁLOGOS SOBRE CULTURA E SOCIEDADE
Inteligência Artificial - Promessas, Riscos e Escolhas Coletivas
Fundação da Casa de Mateus em parceria com a SEDES - ASSOCIAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E SOCIAL
Para mais informações, contacte-nos através do seguinte e-mail: cultura@casademateus.pt.